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Impacto Global - Wrestling e MMA

Com Jorge Botas

Tombstone City I

 

Em tempos de crise e de alguma frustração financeira, chegou a altura de começar a escrever novamente sobre aquilo que me vai na alma.

Certamente não vou falar de amor, nem de lamechices do género mas sim, sobre aquilo que gosto de ver, de ouvir e pura simplesmente expressar algumas opiniões sobre o que se passa no mundo wrestling e de MMA, bem como de outras coisas que me passem pela cabeça.

Sendo o Undertaker o meu lutador preferido, o nome destes textos foi inspirado no mítico finisher do Deadman, e o nome em si – Tombstone City – foi dito com regularidade pelo falecido Gorilla Monsoon sempre que o Undertaker aplicava o golpe.

Para começar então em beleza, queria começar por falar do jogo iMPACT! da TNA, e da própria TNA.

Já está no mercado o muito aguardado jogo da TNA, e que foi apelidado pelo próprio Kurt Angle: “o jogo que vai pôr a TNA no mapa, e vai colocar a TNA ao nível da WWE”. Das duas três: ou Kurt Angle não percebe nada de videojogos, ou devem ter-lhe pago muito bem para proferir tais palavras.

O jogo a nível gráfico é sem dúvida bom, mas infelizmente é só isto que o jogo tem de bom! Tudo o resto acaba por estar um pouco ao nível da escrita dos próprios programas da TNA. O modo história do jogo é fraquíssimo, sendo que só podemos jogar um jogador…criado por nós, ou seja, não podemos jogar com ninguém do roster da TNA. No modo exibição lá podemos fazer alguns combates diferentes, mas temos pouco lutadores disponíveis, a não ser que acabemos o modo história onde acabamos por desbloquear o restante roster. Nos combates em si, há uma boa fluidez no movimento dos golpes e podemos usar tudo o que tivermos à mão, o que mesmo assim se cinge a uma cadeira, porque não há desqualificações! 

Resumindo: A demo do Smackdown vs Raw 2009, é melhor que todo o jogo da TNA!

Com a passagem para Alta-Definição do iMPACT! nos Estados Unidos, seria de esperar que a programação também melhorasse, apesar de uma coisa nada ter a ver com a outra, mas a verdade é que na TNA não mudou muita coisa a não ser a qualidade da imagem dos programas. A TNA continua a passar ao lado de fazer coisas bonitas, e já nem os PPVs são aquilo que eram. 

Sting, apesar de fazer parte no novo grupo – Main Event Mafia – continua a não assumir-se como um heel! Nesta semana que passou, Sting fez questão em não participar no beat-down as “miúdos”, e só quando AJ Styles cuspiu na cara do Ícone, é que Sting reagiu…ficando a dúvida: Afinal quem é que falta ao respeito a quem no meio disto tudo?

Boa surpresa foi o regresso de Scott Steiner, mas não foi surpreendente perceber de que lado é que estava, e a sua adição aos MEM fica completo o grupo mais temido dos últimos anos…ou então não.

Ninguém me tira da cabeça a sensação de dejá-vú que estes MEM trazem, em relação aos tempos da NWO na WCW…só espero que o destino final da TNA não seja o mesmo.

 

 

Na WWE parece que o entretenimento segue a todos o gás. Sim, porque Vince McMahon deu ordens para passar a tratar-se a WWE on air apenas como entretenimento. E, sinceramente, faz todo o sentido! Afinal a WWE produz episódios para televisão como de uma série se tratasse, e todos os episódios têm a sua história com mais ou menos wrestling à mistura. A verdade é que os tempos mudaram, e a televisão cada vez tem de ter uma linguagem e imagem actualizada que possa, de alguma maneira, cativar mais espectadores. É claro, que as audiências de programas de wrestling já não são o que eram, e cada vez mais o futuro vai passar por plataformas alternativas como os telemóveis, os iPods, e a internet. Já não deve faltar muito para assistirmos à programação da WWE no nosso telelé. 

Falando rapidamente do Cyber Sunday, foi um espectáculo bem sólido de principio ao fim, e parece que de alguma maneira os lutadores têm se esmerado nos PPVs.

A minha única azia referente ao PPV mais interactivo do ano da WWE, foi mesmo o Batista ter ganho o título de campeão a Chris Jericho. Se andava farto de ver o Cena com o título, ver o Batista campeão é que algo que não me agrada, principalmente tendo em conta a forma como Y2J se portava como campeão. Era daqueles campeões que nós gostávamos de odiar, mesmo gostando dele. Já no caso do Batista, não me agrada o sorriso dele, não me agrada a forma inconsistente de como ele luta, não me agrada a forma como ele falou das mulheres portuguesas na sua auto-biografia, não me agrada o facto de, certamente, ele ter feito birra por não ter um título há tanto tempo. Só espero que os fãs comecem a apupar o Batista tanto como fazem com o Cena!   

Para a semana há mais um prego para o caixão!

Obrigado e bom dia!  

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